A verdade liberta

Ana Lucia Marins (Linyth) – Obras e Reflexões

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Fabio Evandro
Postado por Fabio Evandro

Conheci a Linyth, procurando no google, algo sobre interações humanas com seres de outras dimensões, li seus livros, e aprendi muito com suas experiências, sua disposição em relatar algo que para muitos ainda é um grande paradigma, até onde vai a relação humana com entidades de outras dimensões, com seres e realidades a parte de nossa realidade conhecida, ela retrata os bastidores dentro do que é conhecido como matrix e controle, mitigando ocorrências em relatos sutis, Linyth nasceu e buscou desde sempre, passando por momentos difíceis em sua trajetória, sem esmorecer, se permitiu adentrar a este universo, como ela própria declara no Eu, Canal , ainda muito nova sonhava sempre sendo levada para as estrelas em naves. Por volta dos 10 anos teve um avistamento. Era uma espécie de estrela cadente, mas que se deslocava bem devagar, era azul, e aquilo ficou guardado na retina.

O tempo passou, ela cresceu, e passou a professar a religião da Igreja Messiânica. Há alguns anos começou a experimentar certo tipo de distúrbios psíquicos que a incomodava bastante. Havia vezes que se sentia deprimida, angustiada, e assim foi que, através do rádio, tomou conhecimento do programa de Horácio Ramasine, na Rádio Rio de Janeiro, e escreveu para ele pedindo orientação.

Horácio explicou que aqueles distúrbios era mediunidade aflorada que precisava ser desenvolvida, cuidada. Assim, passou a freqüentar Centro Espírita e aos poucos foi tendo acesso a outros conhecimentos que de certo modo aliviaram aqueles padecimentos que lhe perturbavam bastante.

E foi num Centro Kardecista que lhe veio o primeiro recado: através de uma médium vidente, uma entidade de aspecto indiano, recomendava que ela não deixasse de estudar as obras de Ramatis. Fez essa recomendação por três vezes, até que a médium decidiu lhe comunicar o fato. Foi dessa forma, pela primeira vez, que ouvia falar do Mestre Ramatis.

Tempos depois lhe veio a inspiração para pintar e com auxílio de seu guia, retratou uma entidade que parecia ser um oriental, trajava túnica branca, turbante e por trás da entidade aparecia uma pirâmide e umas casas da Índia.

Em 1993 ela pintou outro retrato de Ramatis, desta vez já sabendo de quem se tratava, e muito parecido com aquele que conhecemos. Foi pintado em lápis de cera, na cor lilás. A partir daí, a produção de pinturas, com o auxílio do Guia Ariel, aumentou consideravelmente, chegando a constituir um acervo de quase uma centena de quadros. Eram telas de pintores famosos como Van Gogh, Renoir e outros. Como agradecimento a Horácio Ramasine, lhe enviou um quadro que considerava muito bonito. Era a figura de Jesus, de costas, num caminho todo iluminado.

Começou a receber as primeiras comunicações, no princípio eram apenas rabiscos, e quando ela ficava predisposta a essa recepção, vinham-lhe enjôos, ficava trêmula.

Foi por essa época que conheceu e passou a freqüentar a Fraternidade Ramatis, no afã de se aproximar do Mestre. Um dia, quando se encontrava na Frater (era como se conhecia a Fraternidade Ramatis), teve a vontade de ir à mesa para falar, mas lá não podia. Passou mal, veio tonteira, vômitos, mal-estar, e ficou desacordada por cerca de uma hora. E foi nessa situação que lhe colocaram lápis e papel à frente e ela, com um braço segurando o outro, passou a escrever um tipo de escrita um tanto estranha. Embora estivesse em português, as palavras eram escritas na vertical. Falavam alguma coisa de Final de Tempos, e depois veio um desenho, que foi identificado na oportunidade por uma médium da casa como sendo de Ashtar Sheran.

Após isso, veio outra entidade que provocou um cheiro muito acentuado de rosas que inundou toda a sala. Foi-lhe dito depois que a entidade viera ajudá-la a que voltasse ao corpo físico, passou a receber as primeiras mensagens dos irmãos das estrelas .

A princípio estranhava muito aquela história de extraterrestres, não podia compreender por que ela, pessoa simples, de poucos estudos, pudesse ser procurada por seres vindos de outras latitudes do Universo para se comunicarem através dela. Ela não tinha o menor conhecimento desse assunto, não havia mesmo como compreender. Ela chegou a suspeitar, no início, que se tratasse de seres desencarnados, ou como ela própria definiu: “espíritos galhofeiros”.

No narrações, como se sentia apequenada diante de seres tão “luminosos”, e que lhe conheciam tão bem e ela de nada suspeitava a respeito deles. De médium espírita a canal, a princípio, foi um banho de água fria. Extraterrestres? Obsidiada? Só podia ser! O que fazer? Guardar as psicografias? Como ter certeza de que eram mesmo extraterrestres? Extraterrestres se comunicando com uma médium… Uma dona de casa qualquer morando num bairro suburbano de São Gonçalo, Estado do Rio. Nesse mar de incertezas, foi o  mentor Gabriel e o guia Ariel e amigos encarnados que lhe deram força, principalmente coragem, para divulgar.

Abaixo, 4 de suas obras para leitura, impressão ou download pelo browser.

Os Extraterrestres e as Sementes Estelares

Estrelas que Anunciam

Contato Ancorando a Luz

Cegos nas Trevas, Cegos na Luz

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