Espiritualidade e os animais

Guardiões da Terra e Organizadores das Energias Planetárias

baleia beluga
Dhy Stellar
Postado por Dhy Stellar

 

AS CURAS REALIZADAS PELOS GOLFINHOS

É sabido que em Nápoles, na Itália, também na Antiguidade, um menino atravessava a nado a baía do local, todos os dias, para ir à escola. Era acompanhado diariamente por um golfinho com o qual fez profunda amizade. Certo dia, acometido por um mal, o menino veio a falecer. Quantos não viram o golfinho procurando por ele em desespero, o qual, depois de certo tempo, foi encontrado morto!

A iconografia Cristã, identificou o golfinho ao Cristo, entregando-se e sacrificando-se todos os dias pelos homens. Só tempos depois é que o golfinho foi substituído pelo peixe e, posteriormente, pela cruz. O escritor Francês, Jean de la Fontaine, em uma de suas fábulas, O Símio e o Golfinho (Le Singe et le Dauphin), escreveu: “Um navio… naufragou não muito longe de Atenas. Sem os golfinhos tudo teria se perdido. Este animal é um grande amigo de nossa espécie: em sua História, Plínio recorda… é necessário crer. Ele salvou tudo o que pôde.

Golfinhos desgarrados ou banidos de seus bandos, são criaturas fragilizadas que procuram amizade e aproximação com os homens. Na Espanha, o oceanógrafo Francês Jacques Cousteau, em pessoa, filmou a história de uma fêmea de golfinho chamada Nina, que sempre acompanhava um mergulhador nas costas do Mar Mediterrâneo.

Há relatos até mesmo bizarros como a história de uma Australiana que era incomodada na praia por um golfinho macho, muito abusado, que insistia em se mostrar excitado com a presença dela dentro da água. Ainda na Austrália, nas costas do lado oeste, chamado de “Outback”, há uma praia chamada Monkey Mia, onde um grupo de golfinhos vem pedir comida diariamente tendo já se tornado uma atração conhecida internacionalmente.

Aqui no Brasil, em Santa Catarina, sempre houve uma parceria entre os Botos ranciscana e golfinhos de um lado, e pescadores, do outro. Os golfinhos vêm e empurram os peixes para as redes, acuando-os, dando tempo para que se fartem e ainda sobre muito para os pescadores. Este conhecimento e parceria é passado de pais para filhos, tanto do lado humano como dos golfinhos!

Na Amazônia fala-se que durante os naufrágios os botos aparecem para ajudar a salvar as vítimas. Nas lendas amazônicas, o boto é sempre mostrado como inteligente e sensual. O filósofo grego Aristóteles fez várias observações empíricas desses animais e concluiu que eles têm uma linguagem verbal semelhante à humana.

Saindo da área mística para a científica, Calazans também cita frases de grandes nomes para embasar seu fascínio. Enquanto o pesquisador e explorador submarino Jacques Cousteau os chamava de “intelectuais dos mares”, o astrofísico Carl Sagan disse uma vez que “somos a única espécie com a qual os golfinhos poderiam realizar experiências psicológicas”. O escritor norte-americano Arthur C. Clarke, por sua vez, chegou a afirmar que são animais que possuem uma literatura oral, uma história e filosofia não-escritas que revelariam uma sofisticada cultura passada de geração em geração através de seus cantos marinhos.

Outro fato relacionado por Calazans refere-se a uma experiência vivida pelo médico John Lilly em 1954. Ele mergulhou nu em água a 34 graus Celsius e, sem sentir calor nem frio, ficou boiando em um tanque escuro. Sem som, luz nem gravidade, Lilly flutuou por muitas horas durante as quais relatou ter tido visões, transes místicos e viagens astrais – o experimento é registrado no filme Estados Alterados. A força de tal vivência mudou sua visão acerca do mundo e de si próprio, levando Lilly a se dedicar a pesquisas sobre aqueles animais que vivem o tempo todo livres da gravidade, flutuando no mar. A partir desses estudos, conseguiu ensinar um casal de golfinhos filhotes a falar 30 palavras em inglês combinando verbos, pronomes e substantivos, descobrindo que os animais articulavam frases e comunicavam-se verbalmente na língua inglesa. Em uma das experiências, Lili falou para o macho: “Joe, fundo piscina, disco plástico, trazer caixa boiando”. Joe desceu e escolheu um entre os dois discos plásticos e o colocou na caixa que boiava.

A descoberta mais recente foi de que os golfinhos chamam uns aos outros por nomes próprios. Cientistas da Universidade de St. Andrews, na Escócia, gravaram os chamados dos golfinhos e alteraram o timbre por computador. Depois colocaram o chamado na água. Dos 14 animais pesquisados, 9 responderam ao chamado. Isso significa que eles reconhecem não só o timbre da mensagem, mas também seu conteúdo, no caso, seu nome. Uma pesquisa anterior, de 2001, realizada na Universidade Columbia, nos EUA, ele descobriu que os golfinhos também são capazes de reconhecer seu reflexo no espelho. Lilly descobriu que esses animais também têm uma ética e um sentimento de grupo avançados. Quando um golfinho é ferido, todo o grupo retarda a velocidade e alimenta o ferido até que ele fique curado.

No livro “Golfinho, a nova mitologia”, Boris Sai conta que cientistas que haviam se deslocado para a costa do México para observar um eclipse encontraram lá milhares de golfinhos, que pareciam estar lá justamente para observar o fenômeno (o que nos faz concluir que eles são capazes de fazer cálculos astronômicos).

Em uma das conferências de John Lilly uma pessoa da platéia fez um pergunta relevante: se golfinhos e baleias são tão inteligentes, por que não dominam o mundo? A resposta de Lilly foi: “Talvez eles sejam tão inteligentes que não queiram isso, dominar o mundo é só uma tentativa frustrada de dominar a sua própria insegurança interna”. Nesse sentido, talvez golfinhos e baleias sejam muito mais inteligentes que nós, que matamos nossos próprios semelhantes e destruímos aos poucos o mundo que nos abriga. No livro O Centro do Ciclone, onde difunde suas pesquisas com esses fantásticos mamíferos, o médico chega a concluir que se todos do planeta tivessem consciência como a dos golfinhos, não haveria guerras, poluição ou doenças incuráveis.

Sempre associamos aos golfinhos a imagem do chamado “Flipper” (“Nadadeira”, em Português), astro do famoso seriado de TV dos anos 60. Ele é da espécie Bottlenose Dolphin – Tursiops Truncatus (golfinho nariz de garrafa, pelo formato de seu bico). No Brasil, freqüenta esporadicamente as baías de Angra, Paraty e Ubatuba, preferindo o mar aberto. Por isso mesmo, freqüenta o mar de Itanhaém e as vizinhanças das Ilhas Queimada Grande, Queimada Pequena e Laje de Santos, onde são regularmente avistados em bandos, seguindo os barcos de passeio e dando sempre um show à parte.

GOLFINHOS AJUDAM MULHER GRÁVIDA DAR A LUZ

 

Igor Charkovsky, russo, tem estado, há muito tempo envolvido com partos dentro da água. A sua filha, que agora tem 20 anos, nasceu dentro de água.

Charkosvsky e a sua equipe, levaram uma mulher para o Mar Negro afim de que parisse ali. Estavam então preparados, com a mulher deitada na água, a dois pés de profundidade e, segundo se lembram, aproximaram-se três golfinhos, afastaram toda a equipe para o lado e tomaram o controle.

Os golfinhos fizeram algo que parecia ser um “scanear” de cima abaixo, do corpo da parturiente (eu já experimentei e sei que isso produz algo no sistema humano).  A mulher deu a luz quase sem dor nem medo.

Esta foi uma fantástica experiência, a do parto debaixo de água, e que veio a dar início a uma nova prática usando golfinhos como parteiros, que se vem estendendo por todo o mundo. Os golfinhos projetam um “sonar” no momento do nascimento que parece relaxar a mãe.

Os golfinhos gostam dos seres humanos. Está claro que isto não é uma regra absoluta, mas geralmente é verdade. Quando se vai nadar com golfinhos, e há crianças ao redor, eles dirigem-se primeiro a estas. Se não há crianças, dirigem-se às mulheres, se não há mulheres aos homens; se há alguma mulher grávida então todos os outros podem esquecê-los, pois ela obterá toda a sua atenção.

Essa pequena criança por nascer é o mais importante de tudo, porque os golfinhos emocionam-se muito quando vêem um nascimento humano. Ficam simplesmente encantados, e podem fazer coisas realmente assombrosas. Os bebês que nascem com golfinhos parteiros, são crianças extraordinárias…

França também tem havido nascimentos debaixo de àgua. Usam grandes tanques, instrumentos cirúrgicos, médico e equipe de emergência preparados para o caso de haver algum problema.

Quando uma mulher está boiando na água, parece que a maioria das complicações se resolvem sozinhas.

Uma mulher, assistente de Charkovsky, apresentou filmes feitos durante os partos. Tive a oportunidade de observar em filmes de dois partos diferentes, que as parturientes não só não demonstravam sentir nenhuma dor, como também experimentavam um prazer absoluto enquanto davam à luz.Também vi alguns filmes onde os bebês e as crianças de dois ou três anos dormem baixo de água, no fundo da piscina e a cada dez minutos, aproximadamente, sobem á superfície enquanto dormem, levantam o rosto, respiram e regressam para acomodar-se no fundo outra vez. Estas crianças vivem na água, o meio líquido é o seu lar. É quase como se fossem uma espécie diferente, ainda sem nome. Há quem os chame de homodelfinus. Parecem ser uma mistura entre humanos e golfinhos.

Um trabalho comprovado há anos, mostrou a importância da interação de golfinhos com crianças portadoras de síndrome de down e outras deficiências, para o desenvolvimento físico, intelectual e de adaptação social dessas crianças, onde as experiências denotavam um “amor incondicional” entre as partes, ou seja, tanto do lado das crianças, como do lado dos golfinhos, o carinho era manifesto! Algo que os céticos não conseguiram entender, mas que místicos como eu, se emocionaram, e agradeceram ao nosso Criador por essa interação de forças amorosas da Criação.

“Há séculos que os humanos têm uma relação muito especial com os golfinhos. A generosidade desses inteligentes mamíferos que vivem nas águas quentes dos oceanos é popularmente reconhecida. Hoje, eles estão recebendo uma atenção especial da medicina porque estão ajudando crianças que sofrem de males como a surdez, a síndrome de Down (deficiência mental congênita) e o autismo (desligamento da realidade exterior). O caso mais recente é o de um menino britânico de oito anos de idade, Nikki Brice, que nunca havia pronunciado uma palavra porque nasceu surdo. Semana passada, após três dias de uma terapia especial com golfinhos, começou a falar”.

Os efeitos do som podem ser vistos nos domínios esotéricos também. Os golfinhos usam o som para curar, e nós também. Em seu livro Healing Sounds, Jonathan Goldman discute como a entonação [toning] (uma técnica que utiliza um som esculpido), pode mudar a energia parada de nossa aura, permitindo que nossa própria energia natural flua mais livremente. Tom Kenyons, de Acoustic Brain Research demonstra como o som afeta os padrões de ondas cerebrais e o sistema imunológico em um caso, uma mulher com mal de Parkinson, ficou completamente sem sintomas um dia depois de ouvir certos padrões de som, que eram uma combinação da ressonância da Câmara dos Reis, no Egito, e da molécula do hidrogênio.O CD usado chama-se Living Light/Living Waters, de Rodrigo Navarro. Em outro caso, um homem saiu de um coma depois de algumas horas ouvindo uma gravação de sinais de áudio que tentavam reproduzir o padrão de criação do universo. A gravação usada chama-se Creation Wave. As histórias são numerosas, e cada uma mais surpreendente do que a outra.

Durante uma experiência há um ano atrás, percebi pessoalmente a capacidade do som para curar quando fui visitado por um grupo de golfinhos que vieram para mim nos planos interiores e começaram a mostrar-me como entonar no corpo de alguém para ajudar a aliviar a dor. Quando me orientaram a fazer certos sons no corpo dessa pessoa, ela pôde sentir a dor sendo aliviada enquanto o som penetrava nela. Outro grupo interdimensional de seres, chamados os Hathors, ao qual eram dedicados templos em Dendara, no Egito, também empregava o som como meio de cura e de comunicação. Eles estiveram trabalhando também com a Terra, para ajudá-la em sua transição para outro nível dimensional de consciência, primariamente através do uso do som. Para saber mais sobre as conexões entre os Hathors e o Egito, ver:www.floweroflife.com

Temos sido orientados, durante o ano passado, trabalhando com a cooperação dos Hathors, a usar o som para modificar padrões distorcidos de energia que existem na Terra e que são conhecidos como zonas de estresse geopático. Verhttp://www.earthtransitions.com para maiores informações sobre as zonas de estresse geopático e seus efeitos. Esses padrões de energia são resultado de emoções não resolvidas da humanidade, guerras, conflitos, ou desrespeito para com espaços sagrados. Temos descoberto que, trabalhando com Espíritos da Natureza, ou devas, da área, e proporcionando-lhes vibrações de sons, eles são capazes de usar essas frequências para curar as distorções da Terra naquelas áreas. É interessante observar também quantos grupos indígenas utilizaram alguma forma de som com propósitos sagrados e cerimoniais. Os povos aboríginas tocam o digereedo (instrumento musical) ao longo das linhas de Canção da Terra. Numerosas tribos de nativos americanos usam cantos cerimoniais, tambores e música, para criar vibrações medicinais oferecidas para mudar os padrões distorcidos mantidos dentro da Terra.

Testemunhamos pessoalmente numerosos acontecimentos que vão do simplesmente surpreendentes até aos milagrosos, quando esses padrões distorcidos são mudados. Em um caso, em Cape Town, na África do Sul, vimos a poluição de uma área chamada Cape Flats desaparecer em questão de 30 minutos depois de uma cerimônia usando pouco mais do que vibrações de som, transmitidas por um instrumento chamado harmonizador. Uma estação de rádio em Cape Town começou a usar esse harmonizador e uma gravação de áudio com a forma da onda da molécula da água. Eles tocaram isso em níveis inaudíveis, em sua estação de rádio, transmitindo de sua torre, e dentro de uma semana registraram um aumento sem precedentes de 47% em sua audiência.

Especialistas Relacionam ADN com Comunicações Golfinho – Humana e Curas Extraordinárias

Puna, Havai – Além de ser o plano da vida, o ADN representa um papel poderoso na comunicação recentemente descoberta entre golfinhos e humanos, de acordo com um grupo de pesquisadores de Cetáceos (golfinhos e baleias) do Instituto Sirius, na Grande Ilha do Havai.

Um estudo continuo neste Instituto mostra estes mamíferos marinhos recebendo e transmitindo sinais capazes de afetar a dupla espiral genética, e que usando biotecnologia natural, golfinhos podem curar “sonogeneticamente” humanos nadando em sua proximidade.

Quatorze anos de estudos multidisciplinares nesta ala da Fundação Golfinho-Humana indicam que a manifestação de características genéticas do ADN, tradicionalmente considerado o “plano da vida”, pode ser mudada pelo som e campos eletromagnéticos gerados pelos golfinhos. Um relatório impressionante, publicado este mês sobre o ADN: Piratas da Espiral Sagrada (Tetrahedron, LLC; 1-888-508-4787), pelo Dr. Michael Hyson, diretor de pesquisas e outros, examina o desenho dos anéis concêntricos espiralados do ADN, ação vibracional, e funções “eletrogenéticas” durante interação bioacústica entre golfinhos e humanos.

Novas pesquisas demonstram, que o ADN é ativado por ondas e partículas de som e luz energizadas que, mais do que química e drogas, ligam ou desligam genes. Da mesma forma, a herança genética é energeticamente transmitida “bioacusticamente e eletromagneticamente”, através de moléculas especiais de água que formam a matriz eletrogenética do ADN. Estas estruturas hidroelétricas na forma de pirâmides, hexágonos e pentágonos, direcionam os processos de cura. Neste caso, terapias assistidas por golfinhos ocorrem em um ambiente submarino – eletroquimicamente similar ao plasma (soro sanguíneo) humano – o que aumenta os efeitos energéticos de acordo com os pesquisadores.

Estas descobertas, de acordo com o Paradise Newland, fundador do Instituto Sirius (Sirius Institute), pioneiro em parto subaquático atendido por golfinhos, e gerador da Nação dos Cetáceos (Cetacean Commonwealth), apóia uma nova visão dos golfinhos e baleias como o “povo do mar”.

“Os Cetáceos têm tido complexas linguagens por milhões de anos, possuem os maiores cérebros, incluem as maiores criaturas de qualquer lugar, e possuem uma história de amizade, cooperação e mesmo parcerias com humanos”, diz ela. Estes fatos apóiam a necessidade de promulgar legislação, de acordo com a Sra. Newland, designando golfinhos e baleias como “seres conscientes” e fornecendo a eles “completa proteção diante das leis humanas”. A Nação está promovendo esta agenda científica e política para encorajar a preservação dos Cetáceos, comunicação entre as espécies, e a sua crescente participação no nosso mundo.

“Experiências com golfinhos durante 40 anos, “aponta o Dr. Hyson, “têem nos mostrado que os golfinhos são mais “humanos” que muitos de nós.

Eles são empáticos, telepáticos e com freqüência desejam auxiliar na cura dos humanos. Usaremos esta pesquisa para auxiliar a estabelecer os direitos devidos aos Cetáceos num processo similar àquele em que o povo Aborígine Australiano obteve o seu direito humano à vida.”

As pesquisas do Dr. Hyson no mecanismo das terapias co-assistidas pelos golfinhos estão incluídas no livro de 550 páginas ($29.15) disponível para encomenda através da impressa pequena (small press) e algumas livrarias. Escrito para “leitores leigos inteligentes e acima”.

Mais Informações Interessantes Sobre Ondas Sonoras, ADN e Golfinhos do Instituto Sirius no Havai. Tetrahedron, LLC Health Science Communications for People Around the World – http://www.tetrahedron.org/

Fonte: http://sirio-b.blogspot.com.br

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